I SEMINÁRIO TRINACIONAL DE CONVIVÊNCIA FAMILIAR FOI REALIZADO EM FOZ

Publicado por Izabelle Ferrari em 10/04/2017 às 17h36

Era mais uma inspeção de rotina feita pela juíza da Vara da Infância e da Juventude de Foz do Iguaçu, Dra. Luciana Assad Luppi Ballalai, num serviço de acolhimento de crianças e adolescentes. A instituição visitada na ocasião era a AFA – Associação Fraternidade Aliança, na região do Porto Meira (uma das mais populosas da cidade). Foi no final do ano passado. A notícia não é velha, porque os efeitos do encontro da juíza com a equipe da AFA, naquele momento, resultaram na criação do I Seminário Trinacional de Convivência Familiar e Comunitária que foi realizado entre os dias 10 e 12 de maio, no Cataratas JL Shopping, em Foz.

A conversa, naquele dia, se estendeu além do previsto. Em “pauta”, a parceria entre o trabalho dos serviços de acolhimento e o judiciário. Como as informações do trabalho de campo chegam aos promotores e juízes? O que estava dando certo? O que não estava? A ideia foi criar um evento em que se debatesse isso, compartilhando experiências com profissionais e voluntários de outras cidades e até de outros países.

 

Seminário envolveu representantes de cinco países

O tema do I Seminário Trinacional de Convivência Familiar e Comunitária foi: “Construindo Soluções: Guarda Subsidiada e Família Acolhedora”. Para explanar sobre essas questões foram convidados profissionais da Itália, da Espanha e de outras cidades do Brasil, como São Paulo e Curitiba. O seminário foi resultado de uma parceria entre a AFA – Associação Fraternidade Aliança, a Vara da Infância e Juventude de Foz do Iguaçu, a Escola da Magistratura do Paraná e a Rede Proteger.

Na plateia, esteve: profissionais que atuam no sistema de garantia dos direitos das crianças e adolescentes; autoridades que trabalham na área da infância e da juventude; equipes de Conselhos Tutelares; entidades de acolhimento; juízes, promotores, defensores e todas as demais instituições da rede de garantias dos direitos das crianças e adolescentes como CREAS, CRAS, CMDCA e CMAS; além de universitários e famílias interessadas. “O principal objetivo é melhorar ainda mais o serviço prestado em Foz e fazer com que os profissionais de fora saiam daqui sabendo como implantar o programa de família acolhedora em seus municípios”, concluiu a juíza da Vara da Infância e da Juventude de Foz, Dra. Luciana Assad Luppi.

 

Categoria: Família Acolhedora , Guarda Subsidiada

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